| "Não
é o Diabo quem você
deve temer de repetir o nome"
Tribal Dance é uma aventura
ambientada na época atual, com estatísticas
para uso em Call of Cthulhu e Gurps. É recomendada
para três a seis Jogadores, com alguma experiência.
Os personagens devem ser investigadores particulares, ou
outros com interesse nos assuntos abordados na trama. O
cenário é a cidade de Brichester, Inglaterra.
Nota: tanto as estatísticas
multisistema como a descrição dos eventos
que podem causar perda de sanidade, são apresentados
no final do artigo. Se você for usar esta aventura
em Gurps, recomendamos que leia a matéria "Aventuras
estilo Call of Cthulhu em GURPS".
Props
Para essa aventura o mestre precisará
baixar um arquivo em MP3 que corresponde à música
"Tribal Rhythm", importante para o dessenrrolar
da aventura. A Música em sí constitui apenas
um adendo ao jogo, podendo essa aventura ser rolada sem
escutar o arquivo, no entanto é aconselhável
que o mestre toque a música nas horas corretas da
aventura para dar um clima.
Para
baixar Tribal Rhythm basta clicar aqui. O arquivo é
um MP3 de 1.2 Mb.
Introdução
Os investigadores são contatados
na segunda-feira por Nick Harlow, o proprietário
de um pequeno estúdio de edição em
Brichester. No último sábado, durante a noite,
seu estúdio foi invadido e arruinado e seu engenheiro
de som, Rob Grover, (também seu sócio) assassinado.
A invasão e a destruição, bem como
o ataque a Grover foi completamente sem motivos aparentes.
Nada foi levado de Grover ou do estúdio.
Harlow, um veterano da cultura rock
dos anos 70, com numerosos casos de drogas em sua fama,
não confia na polícia para encontrar o assassino
de seu sócio. Ele quer que os investigadores procurem
evidências e achem o assassino de Grover.
Harlow pode suprir com algumas informações
sobre as circunstâncias da morte de Grover: Grover
passou a maior parte do Sábado trabalhando na 12º
faixa do Doutor Psychotrop, um DJ local. A fita supostamente
deveria estar pronta na Sexta, mas pela insistência
e o perfeccionismo de Psychotrop, fizeram necessárias
a adição de efeitos extras no processo de
edição. Grover trabalhou no Sábado
como um favor a Psychotrop, cuja música ele adorava
e que deveria estar pronta e ao dispor do DJ na próxima
sexta para ser usada num clube local. Psychotrop saiu do
estúdio com 50 cópias da faixa as 22:30 h.
Grover permaneceu no local e foi morto por volta das 23:00
h. Harlow foi chamado para reconhecer o corpo e ele confirma
que os ferimentos, muito graves e profundos devem ter sido
causados por uma lâmina de açougueiro ou instrumento
semelhante: "Eu acho que mutilaram Rob com uma lâmina
de açougueiro. O cara devia ser um verdadeiro psicopata".
Notas para o Mestre

Grover foi morto por um Byakhee, que
foi invocado à Terra por uma canção
tribal que estava sendo reproduzida para a edição.
Dr Psychotrop (o nome real é Paul Sanderson) obteve
a gravação dos selvagens, cultuando o antigo
Hastur, Aquele Que Não Deve Ser Pronunciado, feita
em 1978 por uma expedição do Departamento
de Antropologia da Universidade Brichester. Sanderson ouviu
apenas parte da fita, mas rapidamente decidiu que o ritmo
e as batidas eram perfeitos para seu novo trabalho, chamado
"Tribal Rhythm". Ele e Grover fizeram cortes na
fita, selecionando as melhores e mais limpas partes para
ouvir e trabalhar. Infelizmente a parte "limpa"
era um segmento contendo o ritual para invocar Hastur. Tocar
a gravação até o fim, foi o suficiente
para Grover chamar a atenção de um servidor
de Hastur, um Byakhee.
Ao mesmo tempo em que a criatura chegava
ao estúdio, Sanderson saía, levando consigo
algumas cópias editadas. O Byakhee rapidamente julgou
que Grover não era um cultista, matando-o e destruindo
a fita matriz do "Tribal Rhythm", antes de retornar
a Aldebaran, desta forma prevenindo outras invocações.
Sanderson, sem saber nada disto,
pretende usar o "Tribal Rhythm" no clímax
de sua apresentação de DJ, no The Glasshouse
Night Club na sexta-feira à noite. Tocando a gravação
na presença de uma multidão, muitos certamente
vão entrar num estado de transe e êxtase, o
que vai ser suficiente para atrair Hastur para a Terra.
O Antigo se manifestará no The Glasshouse, causando
um tumulto fatal e insanidade para os freqüentadores.
Os investigadores têm até
a noite de Sexta-feira para encontrar evidências e
descobrir a causa da morte de Grover e por fim, prevenir
a tragédia da invocação Daquele Que
Não Deve Ser Pronunciado.
Cena do Crime
O estúdio de Harlow localiza-se
na periferia de Brichester, numa zona industrial. Ele ocupa
a maior parte do porão de uma antiga fábrica.
Algumas pessoas, mendigos e sem-teto, podem ser vistas do
lado de fora, carregando garrafas e latas. Um ou mais deles
podem tentar tirar uma esmola dos investigadores.
A polícia terminou as investigações
e o exame no estúdio, portanto os investigadores
estão livres para verificarem a área onde
Grover morreu. Inicialmente eles encontram o seguinte:
1.) A porta do estúdio foi
derrubada e as dobradiças deformadas, sugerindo que
o assassino tinha uma força anormal;
2.) O tapete do estúdio está
com manchas de sangue, mas não com tanto sangue quanto
este deveria estar, segundo as descrições
de Harlow, sobre os ferimentos infringidos em Grover pelo
seu assassino. Grover perdeu muito mais sangue;
3.) Investigadores que sucederem num
rolamento de Spot Hidden (ou IQ em Gurps), vão encontrar
uma pequena amostra de pele no meio de uma mancha de sangue,
Uma análise subseqüente da pele feita em laboratório
ou com um rolamento de Biology (Zoologia ou Biologia em
Gurps) sucedido por um dos investigadores usando o equipado
adequado, revelam que a pele pertence a um animal desconhecido;
4.) A maior parte do equipamento do
estúdio, não foi danificada, com exceção
de uma mesa de som esmagada. Harlow explica que nesta mesa,
Grover trabalhava na matriz da fita, quando foi morto. Harlow
acredita que a polícia levou a fita como evidência.
Quando os investigadores estão
saindo do estúdio, eles são abordados por
um dos sem-teto. O homem deduziu que os investigadores vieram
até o local por causa do "assassinato".
Ele afirma ser uma testemunha e que por uma boa dose whisky,
dirá o que viu na noite do assassinato. Qualquer
um que passar a esmola, vai ouvir sua história sobre
como um dragão veio voando do céu da noite
e forçou seu caminho no estúdio. "Em
menos de cinco minutos eu vi a coisa entrando e pude ouvir
os gritos de pânico do pobre homem. Depois a coisa
saiu e havia sangue em suas garras e na boca. Então
ela subiu de novo pro céu".
A história do sem-teto se
torna fantasiosa quando ele percebe o interesse dos investigadores.
Neste ponto ele afirma que a criatura estava expirando fogo
e que seus olhos vermelhos brilhavam.
A polícia
O inquérito sobre a morte de
Grover está sendo dirigido por um detetive da polícia
de Brichester, o Inspetor Stone. Inicialmente, ele resiste
a idéia de amadores ou não-profissionais cruzando
o caminho de sua investigação. Entretanto,
depois ele chega a conclusão que a ajuda dos investigadores
pode contribuir para a resolução do crime,
acreditando que estes possam fornecer informações
úteis. Perícias de interação
social são importantes.
Stone informa aos investigadores
que Grover morreu devido a múltiplos traumas e uma
massiva perda de sangue, após ser aparentemente atacado
por um animal selvagem. Seu corpo exibia graves ferimentos,
provavelmente feitos por grandes garras. Na região
do pescoço havia duas perfurações,
de onde o sangue provavelmente foi drenado. O patologista
não foi capaz de identificar o tipo de animal capaz
de infringir tais ferimentos.
Stone trabalhou por muito tempo em
Brichester, o suficiente para aceitar a existência
do sobrenatural. Ele acredita que Grover foi morto por algum
tipo de vampiro, por causa das incisões no pescoço
e por causa também da grande força necessária
para arrancar a porta das dobradiças no estúdio.
Ele não apresentou suas suspeitas a seus colegas,
mas vai se confidenciar com alguns investigadores crentes
na existência do sobrenatural e receptivos neste aspecto
oculto na morte de Grover. A teoria do vampiro de Stone
é claro, furada, mas vai abrir as portas para um
potencial e valioso aliado na investigação.
Stone pode usar sua autoridade como policial para obter
evidências que os investigadores estão tendo
problemas em obter por conta própria.
Stone tem a fita cassete matriz da
mesa de som. Ele não acredita que ela tenha qualquer
valor como evidência e vai abrir mão da mesma
para os investigadores caso perguntem sobre a fita. O cassete
está quebrado e a fita magnética solta. Reparar
a fita é possível, mas requer um sucesso num
teste de Mechanical Repair pela metade (ou Operação
de Aparelhos Eletrônicos –5 em Gurps), sendo
possível um teste por hora gasta. Um rolamento de
80 % ou mais resulta em destruição da fita
e do seu conteúdo. Sucesso no teste indica que é
possível aos investigadores ouvir o "Tribal
Rhythm" do Dr. Psychotrop com as conseqüências
descritas (veja o "Tribal Rhythm").
Sanderson
Harlow diz aos investigadores que
Sanderson, anos atrás tocava numa banda, a Flesh
Wound, na antiga zona industrial de Brichester. Hoje em
dia ele se dedica a Dance Music. Harlow pode dar aos investigadores
o endereço de Sanderson, que ele possui nos registros
de seu estúdio.
Sanderson mora na área de
Mercy Hill, em Brichester, numa casa vermelha em estilo
Vitoriano, bem perto da estrada, ocupando destaque. Uma
placa em destaque, no quintal, a frente da casa, dá
as boas-vindas aos visitantes da Igreja da Grandíssima
Consciência. Investigadores podem achar que Sanderson
tem relação com um culto...
As informações que
os investigadores vão obter com Sanderson dependerão
de como este será abordado. Se eles adentrarem na
casa, acusando-o do assassinato de Grover e compactuar com
uma força maligna, ele se recusará a dialogar.
Os investigadores entrando na casa
se vêem na biblioteca, cômodo central. O interior
da casa é escuro e possui um cheiro característico
de aerosol, tentando disfarçar o cheiro de marijuana.
Os investigadores percebem que há outras pessoas
na casa, algumas notadamente alojadas na casa, com malas
e mochilas, como se fosse um albergue.
A biblioteca é uma antiga
sala de jantar adaptada, com centenas de títulos
de esoterismo, bem como de ocultismo, ufologia, atualidades,
drogas, antropologia e história antiga. Quando Sanderson
está para começar o diálogo com os
investigadores, o telefone toca e ele pede licença.
Os investigadores têm cinco minutos para darem uma
olhada na biblioteca.
Com sorte ou alguma minúcia
por parte dos investigadores, revela-se entre os livros,
a presença de títulos com relação
aos Grandes Antigos: o "The Golden Bough" de Frazer
e o "Witch Cult in Western Europe", bem como uma
rara cópia do "We Pass From View", de Roland
Franklyn.
Na biblioteca, há uma pilha
de fitas do tipo usado em gravadores de pesquisa (rolos).
Na primeira fita, há duas etiquetas onde se lê:
"Propriedade da Biblioteca da Universidade de Brichester"
e na segunda etiqueta, manuscrito, "Ritual Tchau-Tchau.
Expedição de Antropologia, Malásia,
1.978". Investigadores com a perícia Cthulhu
Mythos, podem fazer um rolamento para concluírem
que Tchau-Tchau é uma variação de Tcho-Tcho,
uma notória tribo de cultuadores selvagens dos Antigos.
As fitas remanescentes têm etiquetas e descrições
manuscritas de gravações de ritos, cerimônias
e cânticos de culturas tribais, sem relação
com atividade aos Antigos.
Há uma caixa de fitas no canto
da sala. As fitas são todas idênticas e lê-se
nelas: "Tribal Rhythm, do Dr.Psychotrop".
Investigadores que tentarem ouvir
a conversa de Sanderson ao telefone precisam fazer um teste
de Listen/Audição. Sucedendo, estes conseguem
ouvir uma curta sentença: "Sim, as fitas estas
todas concluídas... Se vai ser muito material para
mim?... Grande ... Então, tenha uma boa noite ...
ah sim, vejo você na Sexta-feira, Steve."
Quando Sanderson retorna para a sala,
diz em poucas palavras aos investigadores que ele não
tem mais nada a acrescentar aquilo que já disse a
polícia. Ele saiu do estúdio as 22:30 h. da
noite, antes de supostamente Grover ser assassinado.
Se questionado sobre a Igreja da
Grandíssima Consciência, ele dirá aos
investigadores que se trata de uma associação
de indivíduos, altamente compenetrados na exploração
da percepção para atingir a Iluminação.
Sanderson se torna vago neste ponto sobre a arte pseudo-mística
da canção e da dança tribal. Entretanto,
ele admite livremente que as atividades de sua igreja envolvem
o uso de drogas, bem como técnicas de meditação
e qualquer outra coisa que um membro da igreja pensar em
usar. Sanderson, particularmente interessa-se na criação
e exploração de estados de transe por uma
combinação de drogas e ritmos de música
percursiva. Ele afirma que esta é uma prática
comum em muitas culturas nativas. Sanderson quer criar uma
moderna versão urbana da mesma técnica e acredita
que alcançou este ponto, com sua última gravação.
Ele afirma que fez o casamento perfeito entre a dança
moderna e a autêntica música tribal e, que
o resultado desta fusão é um novo tipo de
música que ele chamou de Tribaltronic. Se questionado
sobre como obteve as amostras tribais, Sanderson diz que
um dos freqüentadores de sua igreja trabalha na Biblioteca
da Universidade de Brichester e teve acesso a várias
gravações feitas pelo departamento de antropologia.
Se solicitado para tocar sua nova
gravação, Sanderson se nega, dizendo que os
investigadores terão que esperar até a estréia
na The Glasshouse, que deverá ocorrer na Sexta-feira
à noite. Se os investigadores continuarem a levar
a conversa neste caminho, Sanderson perde rapidamente a
paciência e acusa os investigadores de estarem espiando
e pretendendo plagiar sua idéia. Ele pede para os
investigadores saírem da casa e começa a empurrá-los
para a porta. Sensíveis investigadores podem criar
um caso neste ponto. Se começar uma luta, um número
de membros da igreja, igual ao número de investigadores,
virão ao auxílio de Sanderson. Os investigadores
provavelmente ganharão a luta, mas um dos vizinhos,
ouvindo e vendo a algazarra, acaba chamando a polícia,
que chega ao local em 1d6+2 minutos.
Sanderson provavelmente, a partir
deste ponto, vai pedir que seu colega Steve Adams faça
aos investigadores uma visita e aplique um corretivo...
Se os investigadores pegarem qualquer coisa de Sanderson,
muito provavelmente os livros de Mythos ou cópias
do Tribal Rhythm, então definitivamente eles podem
contar com um visita de Adams e seus colegas, para recuperar
os itens furtados.
Pesquisa
Flesh Wound: A Biblioteca de Brichester
contem edições antigas de jornais e revistas
musicais, nos quais pode-se encontrar referencias sobre
Sanderson e sua antiga banda. Investigadores que sucederem
em um teste de Library Use (Pesquisa em Gurps) realizado
a cada duas horas, obtêm a seguinte informação:
Flesh Wound era formada por quatro integrantes: Paul Sanderson
(vocal/tapes/teclado), Laura Kelly (guitarra), Michael Watson
(baixo/tapes) e Steven Adams (bateria e percussão),
que obteve alguma notoriedade, devido às suas extremas
performances ao vivo, que envolviam, entre outras coisas,
arremessar excrementos no publico, a projeção
de atrocidades de guerra em telões, e no mínimo,
a incitação de distúrbios de pequena
escala. Flesh Wound gravou pelo selo local Dum-Dum, de 1982
a 1988, rendendo três discos, no período descrito
como "(um dolorido zumbido nervoso de batidas), e "uma
intragável combinação de música
barulhenta com letras cheias de obscenidades infantis".
O quarto é ultimo disco, "The Franklyn Tapes",
foi um álbum baseado na vida de um místico
de Brichester de 1960, e seu livro "We Pass From View."
Lançado em 1989 ,ele foi rotulado
como "uma tentativa frustrada de um disco baseado no
oculto, pior mesmo do que as mais insanas bandas de death
metal." Flesh Wound acabou logo após. Sanderson
continuou sua carreira musical, migrando para a música
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
eletrônica, e lançando vários singles
através do seu próprio selo: Higher Consciousness.
Estes trabalhos solo foram geralmente criticados como sendo
derivados de outros gêneros populares.
Dos outros membros do Flesh Wound,
Laura Kelly e Michael Watson casaram-se e possuem filhos,
vivendo no subúrbio de Brichester. Eles podem ser
localizados com um rolamento de Library Use (Pesquisa em
Gurps) e 15 minutos de pesquisa na lista telefônica.
Ambos agora consideram o que eles costumavam fazer era apenas
diversão juvenil. Eles classificam Sanderson como
um inofensivo viciado em ácido, e obcecado pelo paranormal.
Eles estão mais preocupados
com Adams, o qual lembram como "um gorila com uma bateria.
A maioria das brigas do Flesh Wound foi causada por ele".
A última notícia que os Watson é que
Adams estaria envolvido com o tráfico de drogas.
Steven Adams é mais difícil
de ser encontrado. Investigadores experientes em rastreio
(por exemplo: ex-policiais, repórteres criminais,
advogados, etc) podem ter ouvido falar nele, com um sucesso
em Known (Manha em Gurps). Investigadores que especificamente
procuram pelo clube noturno The Glasshouse (teste de Library
Use ou Pesquisa em Gurps, um a cada 2 horas), encontrarão
seu nome em alguns artigos recentes de jornal. Adams é
o proprietário do The Glasshouse, que é localizado
no centro de Brichester. O clube é conhecido como
foco de problemas, e é famoso entre os viciados em
drogas. Adams diz que está fazendo todo o possível
para reduzir os problemas com drogas, mas declarações
da policia indicam que eles não estão convencidos.
Qualquer investigador que ouviu a conversa de Sanderson
ao telefone, pode fazer um teste de Idea (IQ em Gurps) para
constatar que Adams é o "Steve" com quem
Sanderson estava conversando. Quando os investigadores decidirem
visitar Adams, veja a seção The Glasshouse
abaixo.
Biblioteca da Universidade de Brichester:
Os investigadores podem chegar aqui pelas fitas encontradas
na casa de Sanderson. Há 30% de chance que o contato
de Sanderson, Mark Howard, esteja na biblioteca, quando
eles aparecerem. Howard não está particularmente
ameno em fornecer detalhes sobre sua relação
com Sanderson.
Howard não é um membro da igreja. Sua relação
com Sanderson provém do fato de que este é
uma ótima fonte de ecstasy e ácido. Ele procura
livros e outros materiais de pesquisa, interessado no retorno
gratuito de drogas. Seu último favor foi a obtenção
de uma dúzia de fitas dos arquivos de antropologia
da biblioteca. As fitas eram "canções
nativas, aquele tipo de coisa". Howard recuperou destes
arquivos gravações em fita-rolo. "Eu
dei uma olhada por aqui e justamente encontrei o material
que Sanderson precisava. Como eu devia uma para o Paul,
eu peguei".
Howard não tem informações
sobre a origem da fita e sugere aos investigadores que eles
falem com alguém do Departamento de Antropologia.
Se Howard não estiver trabalhando,
os investigadores devem falar com o bibliotecário
sênior. Ele não sabe da relação
entre Sanderson e Howard e só há pouco tempo
descobriu o desaparecimento de material dos arquivos de
Antropologia. O bibliotecário lembra da expedição
da Universidade à Malásia, em 1978. "Uma
desgraça. Um homem morreu e outro ficou louco".
Ele sugere que os investigadores procurem o Professor Douglas
no Departamento de Antropologia para obterem mais detalhes.
Departamento de Antropologia da Universidade
de Brichester: Os investigadores devem procurar pelo Professor
Douglas em seu escritório. Ele ficará curioso
pelo motivo dos investigadores sobre os acontecimentos fatídicos
da expedição de 1.978. Ele dará pouca
atenção para qualquer um que afirmar que a
expedição foi atacada por uma força
sobrenatural. "Vocês estão completamente
loucos, como o próprio Lewis estava", ele então
bate a porta na cara dos investigadores.
Caso os investigadores consigam de
alguma maneira convencer o Professor Douglas a falar sobre
a expedição (se fazendo passar por acadêmicos
interessados) ou usando algum subterfúgio para persuadi-lo
a falar, os investigadores conseguem o seguinte relato:
Em 1.978, Douglas era um estudante
da Universidade de Brichester. Ele e outros cinco estudantes,
acompanhados do Professor Richard Hill, na época
membro da cadeira de Antropologia da Universidade, formaram
a Expedição Malásia, com o objetivo
de observar costumes de uma tribo que vivia no interior
deste país. Os homens desta tribo eram hospitaleiros
e a expedição foi bem-vinda. Ao que parecia,
a tribo tinha uma relação de medo e desgosto
pelos seus vizinhos, os Tchau-Tchaus, que viviam nas montanhas.
Os Tchau-Tchaus tinham a fama de serem malignos e cultuarem
um demônio, cujo nome nunca era pronunciado (um rolamento
de Cthulhu Mythos é requerido para reconhecer isto,
como uma referência a Hastur, o Impronunciável).
Um dos estudantes, Colin Lewis, sugeriu que os Tchau-Tchaus
deveriam ser objetos de pesquisa mais interessantes que
a tribo local, propondo então, o envio de um grupo
para contatá-los. Isto foi vetado pelo Professor
Hill, pois além de ser perigoso, ia contra os objetivos
iniciais da expedição.
A expedição procedeu
satisfatoriamente por três semanas, até a tarde
em que Lewis e seu colega Matthew Stewart, desapareceram
juntamente com um dos gravadores. Na busca em suas barracas,
foi encontrada uma anotação dizendo que uns
dos locais juravam que aquela noite era uma grande ocasião
cerimonial para os Tchau-Tchaus. Lewis e Stewart haviam
subido as montanhas para observarem o culto Tchau-Tchau
e obterem logicamente uma gravação da cerimônia.
Nove horas depois Lewis retornou ao acampamento ferido e
gritando de forma incoerente algo sobre uma "massa
de tentáculos flutuando no ar". Em suas mãos
Lewis trazia o que restava de um gravador esmagado. Quando
o examinamos, encontramos a fita intacta. Tocando a fita,
descobrimos que era aparentemente uma observação
de Lewis e Stewart de uma cerimônia nativa de natureza
desconhecida, mas em certo momento alguma coisa aconteceu,
que fez ambos correrem por suas vidas. Apenas Lewis retornou.
O corpo de Stewart foi encontrado no dia seguinte, numa
trilha nas montanhas. Ele estava mutilado como se atacado
por alguma criatura. Ficamos surpresos pelo fato de encontramos
pouco sangue próximo a seu corpo. Lewis nunca se
recuperou daquela situação e em nosso retorno
para a Inglaterra, foi deixado aos cuidados da unidade de
tratamento mental do Hospital Mercy Hill."".
Nota ao mestre: Stewart
foi morto por um Byakhee, que bebeu a maior parte do seu
sangue, antes de mutilá-lo.
Professor Douglas recuperou a fita
gravada por Lewis e Stewart. "Um pouco de cânticos
e batidas. Se você ouvir os comentários de
Lewis na fita, fica claro que ele acreditava ser a testemunha
da invocação de algum tipo de criatura extraterrena.
Pobre homem, ele estava completamente fora da realidade,
bem como Stewart, é claro".
Douglas não sabe o que aconteceu
com a fita desde então e ficará surpreso em
saber que ela foi furtada da biblioteca da Universidade.
A expedição retornou para casa, afundada neste
desastre e a maior parte da pesquisa nunca foi estudada
ou publicada.
Hospital Mercy Hill: O Hospital não
cederá detalhes sobre Colin Lewis aos investigadores,
sem uma boa explicação. Novamente o subterfúgio
pode ser necessário, com rolamentos de Lábia.
Uma alternativa seria os investigadores pedirem a ajuda
do Inspetor Stone na obtenção das informações
solicitadas.
Eventualmente, os investigadores acabam
descobrindo que Colin Lewis recebeu alta em 1992, em seguida
ao fechamento da unidade de tratamento mental. Seu último
endereço conhecido era apartamento número
1, 10 Park Road, Lower Brichester.
A História de Lewis: 10 Park
Road é uma casa Vitoriana e também um cortiço.
O flat número 1 é o porão. Um homem
de meia idade, trajando roupas gastas, abre a porta em resposta
as batidas dos investigadores. Falando de forma lenta ele
diz ser Colin Lewis. Ele não fará nenhum movimento
convidando os investigadores a adentrarem em seu apartamento.
O interior está imundo. O chão coberto por
restos de comida e entulho. Finas camadas de pó e
sujeira cobrem a superfície de cada móvel.
O cheiro é inacreditável. É obvio aos
investigadores que Lewis é incapaz de cuidar de si
próprio. Deixando de lado este precário estado
mental, Lewis concorda em responder qualquer pergunta dos
investigadores sobre o que ele viu na Malásia. Sua
versão dos eventos é similar aos narrados
pelo Professor Douglas, mas ele diz que nas montanhas ele
viu os Tchau-Tchaus invocando aquele deus "Descendo
do espaço". O Deus era uma grande massa com
tentáculos que sacudiam ao ritmo dos cânticos
dos nativos. Stewart apavorou-se quando viu aquela coisa
e os nativos o ouviram. "Então, começamos
a correr. Os nativos enviaram algum tipo de criatura voadora
atrás de nós. Ela pegou Matt, mas eu consegui
escapar".
Se Lewis ficar sabendo que sua fita
foi editada e incorporada em outra gravação,
seu período de lucidez termina e ele começa
a gritar em pânico: "Vocês não estão
vendo? O Deus vai descer do espaço novamente!"
Vocês precisam detê-lo. Detenham sua vinda do
espaço... " Ele cai então num estado
de repetição, repetindo a mesma coisa continuamente:
"Descendo do espaço". Investigadores com
algum senso humanitário tentarão obter alguma
assistência médica para Lewis neste ponto.
Insensíveis deixarão ele com sua mania de
demônios. De qualquer forma, não há
mais o que ver aqui.
The Glasshouse
O The Glasshouse é uma velha
fábrica convertida em um nightclub com um apartamento
sobre a área principal. O clube recebeu seu nome
pela grande quantidade de painéis de vidro, formando
o telhado da construção. Steven Adams comprou
o prédio há três anos atrás,
usando capital proveniente do comércio de drogas
e de seu antigo companheiro de banda, Sanderson, que é
sócio da casa. Sanderson apesar de ser sócio,
não assume participação no dia a dia
da casa noturna.
Adams originalmente pretendia se livrar
do tráfico de drogas. Contudo, o cenário da
musica e sua consecutiva demanda por drogas, ofereceu-lhe
uma oportunidade de fazer mais dinheiro do que administrando
somente o clube noturno.
Adams adotou a prática de somente
aceitar um seleto número de vendedores de drogas
em seu clube. Em retorno, ele fica com uma comissão
das vendas e um pouco da mercadoria (que é toda repassada
a Sanderson). Ladrões são mantidos à
distância por Lenny e Terence, os seguranças.
Durante o dia: se os investigadores
visitam o The Glasshouse durante o dia, eles encontram o
clube fechado. Bater na porta por 5 minutos eventualmente
produzirá uma resposta por parte de Adams. Ele põe
a cabeça para fora, através de uma janela
no andar superior, e uma vez que ele tem certeza de que
não se trata da polícia, ele diz "Caiam
fora!". Um rolamento de Fast Talk (Ou Lábia)
é necessário para persuadi-lo a descer e conversar.
Quando finalmente aparece, Adams insistirá
em conversar com os investigadores na porta do clube. Investigadores
que sucederem em testes de Spot Hidden (Visão em
Gurps) perceberão o volume de uma pistola na jaqueta
de Adams. Ele não usará a arma, exceto se
fisicamente atacado. Sua resposta a qualquer injúria
menor é fechar a porta na cara dos investigadores.
Adams será extremamente defensivo
quando questionado. Ele admitirá uma sociedade com
Sanderson, mas nada mais; e negará qualquer acusação
de atividades ilícitas no clube. Investigadores que
proporem a necessidade de cancelar a apresentação
do DJ, em virtude de prevenir a libertação
de uma força maligna sobrenatural, serão dispensados
como lunáticos.
Durante a noite: investigadores visitando
o clube à noite encontram facilidade em conseguir
entrar, apesar de Lenny e Terence causarem dificuldade com
armas escondidas. O local é relativamente calmo durante
a semana, com Adams tocando noites temáticas: Noites
de Estudantes (segunda-feira), Rock (terça-feira)
e Anos 70 (quarta-feira). Há pouca atividade ilegal
durante estes dias. Os traficantes preferem esperar pelas
noites mais populares, como quinta, sexta e sábado,
quando hordas de jovens clubbers chegam ao The Glasshouse.
Adams pode ser visto no clube durante
a noite. Ele surge de seu escritório (localizado
nos fundos do local), após o fechamento das portas,
para averiguar como vão os negócios. Investigadores
podem tentar se aproximar dele à vontade, porém
movimentos bruscos podem chamar a atenção
de Lenny e Terence. Se os investigadores conversarem com
ele, obterão as mesmas respostas que anteriormente,
mas Adams sente-se mais confiante, devido à presença
de seus truculentos seguranças.
A invocação
Às nove horas da noite, na
sexta-feira, Sanderson assume sua posição
de sempre atrás do equipamento de som. Ele toca uma
seleção dos ritmos mais pedidos e tocados,
até as 23:30 h, quando o clube atinge a lotação
máxima. Ele começa o Tribaltronic. A meia-noite
ele anuncia: "E agora, aqui está ele, o último
Tribaltronic do seu Dr. Psychotrop". O som do Tribal
Rhythm começa a preencher o salão.
Qualquer investigador presente deve
ter chegado a conclusão que é imperativo que
Sanderson pare de tocar a gravação. Se os
investigadores falharem neste ponto, Aquele Que Não
Deve Ser Pronunciado será invocado. As atividades
no salão assumem uma qualidade frenética,
com muitos dos freqüentadores entrando num estado de
êxtase. Muitos repetem as palavras da canção
gravada, agitando de forma natural as mãos para o
alto. Quando termina a música, cerca de uma dúzia
de pessoas caem exaustas no chão. Hastur retirou
suas energias inatas para habilitar sua travessia de Aldebaran
(em termos de jogos, consumiu todos os Magic Points / Pontos
de Fadiga das pessoas). Em virtude da falta de importantes
componentes-chave para o ritual de invocação,
Hastur é incapaz de se manifestar por completo. Ele
toma posse de Sanderson. O corpo do DJ entra em colapso
e se expande tornando-se disforme e monstruoso. A transformação
enche o ambiente com um profano e indistinto som.
A primeira ação da criatura
é esmagar a mesa de som com uma forte pancada dos
tentáculos. Ela então pula no meio do salão,
puxando e arremessando pessoas como marionetes, na tentativa
de abrir caminho para a saída mais próxima.
2d6+2 pessoas morrem nesta cena de pânico. A criatura
então desaparece, adentrando na noite. Ela nunca
mais será vista??
As autoridades mostram-se surpresas
com as incontáveis testemunhas da transformação
de Sanderson, mas afirmam que tudo não passou da
imaginação aliada as drogas. As mortes no
clube são derivadas de condições inadequadas
de segurança. O The Glasshouse será interditado
e Steven Adams processado.
Fim da Aventura
Os investigadores devem ter chegado
à conclusão que Grover foi morto por uma criatura,
invocada pela gravação na qual ele trabalhava.
Eles devem levar em conta, que a fita sozinha representa
uma grave ameaça e devem destruí-la para prevenir
outras invocações. Quando ou como eles vão
fazer isso é problema deles.
Investigadores conscientes acharão
uma boa idéia recuperar as cópias restantes
na Igreja da Altíssima Consciência.
Uma intervenção de
última hora no The Glasshouse revela que Adams sabe
que Sanderson ainda guardava em sua casa 49 cópias
do Tribal Rhythm. Isto pode levar a mais ocorrências,
com os investigadores correndo atrás das fitas, antes
que elas se espalhem, difundidas por um dos freqüentadores
da igreja.
Uma vez que Hastur esteja na Terra,
este cenário pode continuar, com os investigadores
tentando descobrir como ele foi invocado e atentos ao perigo
de cruzar com o Avatar nas ruas de Brichester. O Avatar
tem seus próprios planos. Ele pretende fundar um
culto a Hastur na ilha Britânica. Ou como alternativa,
ele pode localizar as cópias restantes da gravação
de Sanderson e destruí-las ou usá-las para
seus próprios objetivos. A gravação
poderia ser usada por Hastur no recrutamento de jovens para
seu culto.
Tribal Rhythm
Há duas gravações
que os investigadores podem encontrar durante este cenário.
Ouvindo-as, eles podem conseguir resolver o mistério
da morte de Grover, mas há um razoável perigo.
A fita de Lewis e Stewart: esta gravação
é a descrita pelo Professor Douglas. A qualidade
é particularmente ruim, sendo que a maioria dos sons
é distantes, com algumas interrupções
ocasionais de Lewis e Stewart, próximas ao microfone.
Apesar de tudo, cânticos estranhos, assobios e batidas
de tambores são audíveis em muitos pontos
e os comentários dos rapazes são perturbadores
por si próprios. Em certo ponto. Lewis exclama: "Um
sacrifício humano!", seguido por "O que
são estas coisas e o que, em nome de Deus, elas estão
fazendo??"
No final da fita, Lewis diz "Há
alguma coisa se formando em cima do altar, algum tipo de
névoa. Meu Deus!! Está vivo!! Os tentáculos…".
A frase é seguida por um horrendo grito de terror,
e Lewis dizendo "Cale a boca, eles vão ouvir
você!!! Muito tarde, eles estão vindo!! Fuja
Matt!!". A gravação termina abruptamente
neste ponto.
Um ouvinte que sucede em um rolamento
de Cthulhu Mythos perceberá que a fita é a
gravação de um ritual de invocação
de alguma entidade, possivelmente um Grande Antigo e seus
servidores. A qualidade da fita faz com que seja impossível
ser mais específico. A sua péssima qualidade
ainda faz com que ela seja inofensiva, causando apenas rolamentos
de Sanidade.
Tribal Rhythm do Dr Pychotrop: uma
gravação de música eletrônica,
com trechos de cânticos tribais extraídos da
fita de Lewis e Stewart. Os cantos são mais claros
que na fita fonte, devido à edição
em estúdio de gravação. Investigadores
que sucederem em um rolamento de Cthulhu Mythos descobrem
que o canto pertence a algum tipo de invocação
dos Grandes Antigos (se o teste for um sucesso critico,
o nome da entidade é revelado). Outro sucesso subseqüente
revela que o cântico é audível o suficiente
para ser um ritual de invocação efetivo.
Se a gravação for tocada
integralmente, há uma chance de 75% de um Byakhee
ser invocado. A criatura chegará em 2d6 minutos.
Irritado pela invocação, o Byakhee tentará
esmagar a gravação e qualquer equipamento
utilizado para toca-la. Como notado anteriormente, tocar
a Tribal Rhythm em um ambiente propício, pode atrair
a atenção Daquele Que N&a
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
tilde;o Pode Ser
Nomeado (50% de chance). O Grande Antigo se materializará
em 1d6 minutos. Devido a ausência de algumas parafernálias
necessárias ao ritual, Hastur não será
capaz de se manifestar fisicamente. Ao invés disso
ele possuíra a pessoa mais próxima da fita
quando ela é tocada, ou aparecerá em uma forma
não-corpórea.
ESTATÍSTICAS:
Nome: Paul Sanderson Sexo:
M Idade: 35
Call of Cthulhu
STR: 09 CON: 10 SIZ: 14 INT: 13 POW:
14
DEX: 15 APP: 15 SAN: 60 EDU: 14 HP: 12
DB: 0
Skills: Archaeology 36%, Astronomy
13%, Bargain 36%, Chemistry 35%, Cthulhu Mythos 03%, Drive
Auto 45%, Fast Talk 43%, Library Use 35%, Occult 46%, Oratory
41%, Pharmacy 23%, Play: Keyboard 54%, Sing 43%
Gurps
ST: 09; DX: 15; IQ: 13; HT: 10
Mov/Esq: 6,25
DP/RD: 0/0
Perícias: Arqueologia 11, Astronomia 09, Canto 10,
Comércio 11, Condução (Autos) 14, Farmacêutico
10, Instrumento Musical (Teclado) 15, Lábia 14, Ocultismo
12, Pesquisa 11, Química 11, Sabedoria dos Mythos
08, Trovador 12,
Notas: Sanderson
é filho único de adoção, e seus
pais, muito ricos, o receberam com ele já na idade
de 6 anos. Quando seus pais morreram, Sanderson herdou todo
o dinheiro e bens. Esta herança financiou sua mal
sucedida carreira musical e a Igreja da Grandíssima
Consciência. Se Adams não tivesse lançado
a idéia de investir no The Glasshouse, ele certamente
já teria torrado todo o seu dinheiro em projetos
inúteis. O clube oferece dinheiro, um grande estoque
de drogas, e uma plataforma para a divulgação
de sua música.
Sanderson gosta de caracterizar a
Igreja como uma organização séria,
que estaria genuinamente procurando por iluminação
cósmica. Ele ficará quieto se questionado
sobre a exta natureza da iluminação cósmica
e sobre os métodos para atingi-la. Na verdade, Sanderson
apenas adota as idéias que lhe aparecem interessantes
no momento, e descarta as outras que já foram algum
dia. Todos estes entusiasmos têm algum elemento paranormal.
Assim, Sanderson desenvolveu interesse em ufologia, ESP,
satanismo e outras coisas simpáticas. No momento,
sua grande fixação é o misticismo tribal.
O resto da Igreja se limita a usuários de drogas,
ladrões e ocasionais crentes verdadeiros. A Igreja
da Grandíssima Consciência é muito mal
estruturada para ser considerada um culto.
Sanderson é um idiota, mas
não é maligno. Se os investigadores provarem
que sua nova gravação tem o poder de invocar
monstros, ele concordará co ma destruição
de todas as cópias. Sanderson é ciente dos
Mythos de Cthulhu, mas seu conhecimento é derivado
de leituras da obra de Roland Franklyn, We Pass From View,
que ele julga como um livro normal sobre ocultismo. Então,
ele é familiar com o nome Eihort e as teorias de
reencarnação de Franklyn, mas é ignorante
sobre os Mythos como um todo. Ele ficará surpreso
e fascinado em saber que existem outros Grandes Antigos,
com seus próprios cultos. Esta descoberta pode levar
com que ele se torne um estudante dos Mythos, se sobreviver
a este cenário.
Sanderson é alto e magro, com
pouco cabelo loiro. Ele usa óculos redondos, dando
um ar de intelectual. Sua fala é um pouco pausada,
podendo ser irritante para os outros.
Nome: Steven Adams Sexo: M
Idade: 35
Call of Cthulhu
STR: 13 CON: 16 SIZ: 14 INT: 15 POW:
14
DEX: 13 APP: 11 SAN: 70 EDU: 11 HP: 15
DB: +1d4
Skills: Accounting 50%, Bargain 45%,
Chemistry 32%, Debate 45%, Dodge 33%, Drive Auto 54%, Fast
Talk 56%, Fist/Punch 54%, Jump 41%, Listen 53%, Pharmacy
31%, Pistol 46%, Play: Drums 60%, Sneak 63%, Spot Hidden
52%, Throw 45%
Gurps
ST: 13; DX: 13; IQ: 15; HT: 15
Mov/Esq: 7,0
DP/RD: 0/0
Perícias: Armas de Fogo (Pistola) 14, Arremesso 12,
Briga 13, Contabilidade 15, Comércio 14, Condução
(Autos) 13, Farmacêutico 13, Furtividade 14, Instrumento
Musical (Bateria) 14, Lábia 15, Química 13,
Salto 12, Trovador 14.
Notes: Adams amadureceu muito desde
seus tempos de Flesh Wound. Ele não se envolve mais
em atos de agressão desmiolados, e prefere canalizar
sua energia em fazer dinheiro, primeiro como um traficante,
e mais recentemente como dono de clube noturno. Ele é
ainda capaz de violência, e os investigadores devem
ser cuidadosos ao provoca-lo. Ele tem uma pistola 9 mm,
a qual ele não hesitará em usar, se sentir-se
ameaçado. Adams não tem tempo para as crenças
pseudomísticas de Sanderson, mas ainda sente alguma
lealdade residual por ele ter ajudado a financiar o seu
negócio. Ele divide os lucros do clube igualmente
com seu sócio e não tenta engana-lo. Adams
também não pensará duas vezes antes
de fazer algum favor para Sanderson, como cuidar dos investigadores
no caso de estarem o perturbando.
Adams tem uma compleição
física forte e cabelo preto bem curto.
Nome: Lenny/Terence Sexo: M
Idade: 29
Call of Cthulhu
STR: 16 CON: 14 SIZ: 16 INT: 10 POW:
11
DEX: 16 APP: 09 SAN: 50 EDU: 10 HP: 15
DB: +1d4
Skills: Club (Baseball Bat) 60%, Dodge
40%, Fist/Punch 65%, Head Butt 30%, Kick 40%, Spot Hidden
60%
Gurps
ST: 16; DX: 16; IQ: 10; HT: 15
Mov/Esq: 7,75
DP/RD: 0/0
Perícias: Bastão 17, Briga 16.
Notas: estes dois monstros são
capangas de Adams. Eles fazem tudo que Adams pedir. Eles
são extremamente violentos, e a má fama do
The Glasshouse deve-se principalmente à política
agressiva de revista dos clientes na porta de entrada. Ambos
têm corpos esculpidos e cabeças raspadas, parecendo
como gêmeos.
Avatar Daquele Que Não
Pode Ser Pronunciado
Call of Cthulhu
STR: 64 SIZ: 19 POW: 35 CON: 27 INT:
15 DEX: 10
Hit Points: 23
Move: 8
Armor: 3 pontos de carne endurecida
SAN Loss: 1/1D10
Attacks: 1x Golpe Esmagador 50%, Dano: 5d6
Spells: Quaisquer que o Mestre desejar.
Gurps
ST: 64; DX: 10; IQ: 15; HT: 20/23
Mov/Esq: 8
DP/RD: 2/3
Tamanho: 2
Peso: 100 kg
Ataques: Golpe Esmagador 10, dano 7d-1.
Obs: as estatísticas para o
Byakhee, podem ser encontradas na matéria de conversão
de Call Of Cthulhu em Gurps
TABELA DE PERDA DE SANIDADE
| Evento |
Sistema |
Teste |
Perda |
| Ouvir a gravação original |
GURPS |
VPM* |
N/A |
| CoC |
Sanidade |
0/1d3 |
| Testemunhar a transformação
de Sanderson durante a performance de Tribal Rhythm |
GURPS |
VPM* - 3 |
N/A |
| CoC |
Sanidade |
1/1d10 |
| Ver o Avatar Daquele Que Não Pode
Ser Nomeado |
GURPS |
VPM* - 3 |
N/A |
| CoC |
Sanidade |
1/1d10 |
*VPM: Verificação de
Pânico dos Mythos (para detalhes consulte a matéria
de conversão de Call Of Cthulhu em Gurps).
N/A: Não Aplicável.
TABELA DE RECOMPENSAS
| Evento |
Sistema |
Recompensa |
| Descobrir a causa da morte de Grover |
GURPS |
2 Pontos de Experiência |
| CoC |
+1d6 Sanity Points |
| Destruir todas as cópias de Tribal
Rhythm |
GURPS |
2 Pontos de Experiência |
| CoC |
+1d8 Sanity Points |
| Evitar a invocação Daquele
Que Não Pode Ser Nomeado |
GURPS |
5 Pontos de Experiência |
| CoC |
+1d10 Sanity Points |
| Destruir o Avatar Daquele Que Não
Pode Ser Nomeado |
GURPS |
5 Pontos de Experiência |
| CoC |
+1d10 Sanity Points |
|